17 de jun de 2012

Tigre vence e é o líder isolado da Série B

Contra o ASA em Arapiraca, Tricolor fez 2 a 1 e chegou aos 15 pontos

Artilheiro Zé Carlos fez um dos gols do Tigre. Foto: Fernando Ribeiro

O Tigre foi até o estado de Alagoas buscar a liderança da Série B e conseguiu. Jogando no estádio Coaracy da Mata Fonseca, o Fumeirão, o Tricolor não deu chances ao ASA e, mesmo com gol anulado, venceu a partida pelo placar de 2 a 1.

A partida do Criciúma foi articulada nos contra-ataques. Em uma destas jogadas, Zé Carlos abriu o placar aos 20 minutos do primeiro tempo, após receber lançamento de Marlon e fazer um golaço, por entre as pernas do goleiro Gilson.

O segundo tempo começou e o Tigre ampliou. Nirley, de cabeça, fez 2 a 0. O Criciúma poderia matar o jogo aos 25, mas o árbitro Eduardo Tomaz de Aquino anulou um gol legal do time catarinense.

Lucca armou contra-ataque sozinho e fez o gol. A bola furou a rede, e o juiz entendeu que não teria entrado, passando pelo lado de fora da meta. Com esta interpretação, o árbitro anulou de forma incorreta o que seria o terceiro gol do Criciúma.

No último lance da partida, o ASA descontou. Após cobrança de pênalti de Lúcio Maranhão e defesa de Douglas leite, Roberto Jacaré ficou com a sobra e, de cabeça, fez o único gol do time da casa na partida.

Com a vitória, o Criciúma chegou aos 15 pontos no Brasileirão da Série B, e é o líder isolado, com dois pontos de distância para os dois Américas (MG e RN) e para o Vitória. Na próxima partida, o Tigre reencontra sua torcida no Heriberto Hülse. O adversário será o Guaratinguetá, às 16h20 do próximo sábado, 23/06.

Confira a classificação atualizada da Série B:


Primeiro tempo:

O Criciúma começou o jogo dando sinais de que pressionaria o ASA, mas os primeiros lances de perigo foram do time da casa. Aos dez minutos, Didira apareceu na direita e chutou forte para a boa defesa de Douglas Leite. Aos 13, Diego Borges completou cruzamento de cabeça e o goleiro do Tigre agarrou mais uma.

A saída para o time catarinense foi jogar nos contra-ataques. A estratégia deu certo, e aos 20 minutos, Zé Carlos recebeu lançamento de Marlon, dominou e chutou entre as pernas do goleiro Gilson para fazer o primeiro gol do jogo.

O Tigre falhava no setor defensivo e permitia as chegadas do ASA. No final da primeira etapa, o time da casa quase se igualou no placar. A bola sobrou para o artilheiro Lúcio Maranhão, que tinha condições de ir para o gol, mas se atrapalhou e chutou na zaga catarinense.

No lance, os alagoanos pediram pênalti, alegando que a bola teria batido no braço de um jogador do Criciúma, mas o árbitro não assinalou.


Segundo tempo:

Os lances de perigo demoraram a acontecer na segunda etapa. Na primeira chegada do Criciúma, aos 12 minutos, Nirley recebeu cruzamento e cabeceou para fazer o segundo gol e aumentar a vantagem do Tricolor.

Seis minutos mais tarde, Lúcio Maranhão apareceu novamente no jogo, cabeceando por cima da meta de Douglas Leite. Aos 25, o Criciúma mataria a partida, mas teve seu gol anulado.

Lucca avançou com a bola em contra-ataque e chutou para o gol. A bola furou a rede da meta do estádio Coaracy da Mata Fonseca, e o árbitro entendeu que ela teria batido no lado de fora das redes.

Com esta interpretação, Eduardo Tomaz de Aquino anulou, de forma incorreta, o que seria o terceiro gol do Tigre. Os jogadores do Tricolor reclamaram e fizeram confusão, mas de nada adiantou e o árbitro não voltou atrás.

Aos 30 minutos, Roberto Jacaré chutou forte e Douglas Leite defendeu. Aos 45, Matheus Ferraz fez pênalti. Lúcio Maranhão cobrou e o goleiro tricolor pegou, mas deu rebote. Bem posicionado, Roberto Jacaré cabeceou a sobra e fez o gol de honra do time da casa.


Escalações:

ASA: Gilson; Audálio, Gaúcho (Roberto Jacaré), Diego Borges; Gabriel, Cal, Jorginho, Didira (Danilo), Valdivia (Elvis) e Chiquinho Baiano; Lúcio Maranhão – Heriberto da Cunha.

Criciúma: Douglas Leite; Ezequiel, Matheus Ferraz, Nirley e Marlon; Diego Oliveira, Fransérgio (André Gava), Diego Felipe (Ozeia) e Kléber (Elias); Lucca e Zé Carlos – Paulo Comelli.


Gols: ASA: Roberto (47/2º).
          Criciúma: Zé Carlos (20/1º), Nirley (12/2º).

16 de jun de 2012

Figueira perde para o Cruzeiro na Arena Independência


Time catarinense joga muito bem no primeiro tempo, mas cai no segundo

Cruzeiro vence em sua volta à Belo Horizonte. Foto: Washington Alves

O Figueirense enfrentou o Cruzeiro em sua volta à Belo Horizonte depois de 2 anos e 14 dias jogando fora de sua cidade. A Arena Independência foi o palco da partida, e os quase 24 mil torcedores viram Wellington Paulista fazer o único gol do jogo e dar a vitória para o time celeste.

O primeiro tempo foi dominado pelo Alvinegro de Florianópolis. O Figueira chegava ao ataque muitas vezes com Julio Cesar, Almir e Aloisio. O destaque da etapa, no entanto, foi o goleiro Fábio, que fez diversas defesas difíceis e salvou o Cruzeiro.

A segunda etapa foi do Cruzeiro. O time mineiro voltou do intervalo com nova postura e abriu o placar aos 20 minutos. Wellington Paulista recebeu passe de Souza, que havia acabado de entra no jogo, driblou o goleiro Wilson e fez o único gol da partida.

Mesmo fazendo uma boa partida, o Figueirense pecou nos detalhes e acabou perdendo pontos em BH. O bom futebol apresentado acabou ofuscado pela derrota.

Com a derrota, o Figueira permanece com seis pontos e é, provisoriamente, o décimo colocado da Série A do Campeonato Brasileiro. A próxima partida do Alvinegro é contra o Bahia, no estádio Orlando Scarpelli, às 16h00 do domingo, dia 24/06.

Confira a classificação atualizada da Série A:


Primeiro tempo:

Logo a um minuto de jogo, Julio Cesar chutou prensado e bola sobrou para Túlio, que bateu por cima do gol. Aos seis, Almir tocou para Pablo, que cruzou para Aloisio chutar à queima roupa e forçar Fábio a fazer uma bela defesa.

A pressão era totalmente alvinegra. Aos dez minutos, Aloisio avançou pela direita e chutou para mais uma defesa de Fábio. Quando o goleiro cruzeirense não chegou na bola, teve a ajuda da trave. Julio Cesar cobrou falta com força e acertou o poste direito do gol.

Dois minutos depois, o estreante Almir mostrou seu bom futebol aparecendo pela esquerda e cruzando para Caio, que cabeceou para o desvio da zaga. Aos 17, o Cruzeiro respondeu com Fabinho, que cabeceou para fora.

Aos 18 minutos, Almir chutou para o gol da meia da lua grande área, mas a bola chegou fácil para Fábio. A zaga cruzeirense estava perdida e muito nervosa, enquanto o Figueira pressionava o time celeste.

Aos 33, Julio Cesar apareceu pela esquerda, mas chutou prensado. Na última chance da primeira etapa, Julio carregou a bola pelo meio e bateu cruzado de fora da área. A bola venenosa passou à esquerda do gol defendido por Fábio.


Segundo tempo:

O Figueira voltou para a segunda etapa pressionando novamente. Antes do primeiro minuto, Aloisio apareceu sozinho na área e chutou para nova defesa de Fábio. Aos cinco minutos, após cobrança de escanteio, Anderson Conceição cabeceou e o goleiro cruzeirense pegou mais uma.

A partir daí, a pressão foi do time da casa. Aos 11 minutos, Wellington Paulista recebeu cruzamento e cabeceou para a defesa de Wilson. Nove minutos depois, o atacante não perdoou. Ao receber passe de Souza, Wellington driblou Wilson e fez o único gol do jogo.

A partida esfriou depois do gol cruzeirense. Aos 23 minutos, Julio Cesar cobrou falta por cima do gol. Os dois times se preocupavam com a defesa, e o jogo passou a ficar truncado no meio de campo.

As últimas tentativas de jogo foram de Canuto, aos 44 minutos. Na primeira, o zagueiro alvinegro cabeceou e Fábio defendeu. Na sequencia da jogada, o argentino chutou, mas o goleiro cruzeirense não permitiu o empate.


Escalações:

Cruzeiro: Fábio; Diego Renan, Mateus, Léo e Everton; Amaral (Leandro Guerreiro), Charles e Montillo; Wallyson (Souza), Fabinho (Willian Magrão) e Wellington Paulista.

Figueirense: Wilson; Pablo (Jackson), Canuto, Anderson Conceição e Guilherme Santos; Ygor, Túlio e Almir (Botti); Caio, Julio Cesar (Luiz Fernando) e Aloísio.


Gols: Cruzeiro: Wellington Paulista (20/2º).

JEC empata por 1 a 1 com Ceará na Arena

Pênalti mal marcado originou o gol do time visitante

Fernando Henrique fez ótimas defesas e salvou o Ceará. Foto: Salmo Duarte

Jogando em sua casa, o Joinville empatou com o Ceará por 1 a 1 na tarde deste sábado. Com um ótimo primeiro tempo e um fraco segundo, o Tricolor não conseguiu superar o time cearense.

O primeiro tempo foi favorável ao JEC, que fez seu primeiro gol aos 20 minutos. Em bela jogada, Eduardo lançou Tiago Real dentro da área. O meia parou, pensou e tocou para Lima, que chutou de chapa com tranquilidade para abrir o placar.

Ainda no final da primeira etapa o Ceará começou a igualar as ações em campo. Voltando forte do vestiário, o Vozão empatou o jogo aos quatro minutos do segundo tempo.

O gol de empate foi marcado por Romário, em cobrança de pênalti. A penalidade, porém, foi mal assinalada pelo árbitro, porque Leandro Carvalho derrubou Mota fora da área.

Sendo pressionado dentro de casa durante boa parte do segundo tempo, o Joinville foi para cima do adversário nos minutos finais, mas já não havia tempo suficiente, e o Tricolor ficando no empate com um sabor de derrota.

Com o empate, o JEC chegou aos 11 pontos e é, provisoriamente o quinto colocado. A próxima partida do JEC é na sexta-feira, 22/06, às 21h00, contra o Paraná, no estádio Durival de Brito, em Curitiba.



Confira a classificação atualizada da Série B:


Primeiro tempo:

Aos cinco minutos, Lima recebeu, invadiu a área e bateu de esquerda para a defesa de Fernando Henrique. Aos dez, quem chegou foi o meia Ricardinho, que chutou de direita para nova defesa de FH.

O JEC dominava amplamente a partida. Aos 13 minutos, Lima recebeu lançamento e saía de cara com o gol, mas a zaga afastou a bola. Um minuto depois, o Ceará chegou ao ataque pela primeira vez no jogo. Rogerinho driblou e chutou de fora da área, rasteiro. A bola passou à esquerda do gol de Ivan.

Aos 20 minutos, Eduardo lançou Tiago Real dentro da área. O meia tricolor parou, pensou e tocou para Lima, que bateu de chapa com tranquilidade e abriu o placar para o Joinville, 1 a 0.

Dez minutos depois, o JEC deu três chutes a gol na mesma jogada. O primeiro foi de Lima, sobre a zaga. A segunda tentativa, de Ricardinho, foi defendida por Fernando Henrique. No rebote, Romano chutou forte e FH espalmou, colocando a bola para escanteio.

Aos 33, nova chegada do time cearense. Rogerinho cruzou para Jardel, que cabeceou por cima. Cinco minutos depois, Romário avançou pela esquerda, puxou para o meio e bateu rasteiro, à direita do gol defendido por Ivan.

Aos 39 minutos, Lima fez bem o pivô e rolou para a chegada de Leandro Carvalho, que chutou por cima do gol. A última chance da primeira etapa foi do Ceará. Eusébio avançou pela esquerda e chutou forte. A bola passou raspando o travessão do goleiro Ivan.


Segundo tempo:

A segunda etapa foi diferente da primeira, porque o Ceará passou a ser mais ofensivo e igualar as ações com o Joinville. Aos três minutos, Mota foi derrubado por Leandro Carvalho fora da área, mas o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, Romário bateu no canto e empatou a partida.

O time cearense se empolgou com o empate e, por alguns momentos, chegou a dominar a partida na Arena. Aos 19 minutos, Romário avançou pela direita e chutou forte, cruzado. Ivan se esticou todo e conseguiu espalmar a bola para fora.

Aos 27, Eusébio arriscou pela esquerda, e a bola passou por cima do gol de Ivan. Quatro minutos depois, o Joinville também teve seu momento de perigo. Lima recebeu cruzamento e cabeceou à queima roupa para bela defesa de Fernando Henrique.

Aos 41, nova chance cearense. Robston cobrou falta de longe com muita força, e acertou o travessão do goleiro Ivan.


Escalações:

Joinville: Ivan; Eduardo, Pedro Paulo, Linno (Jean Carlos) e Romano (Carlos Alberto); Leandro Carvalho, Glaydson, Ricardinho e Tiago Real; Alex (Marcinho) e Lima.

Ceará: Fernando Henrique; Apodi, Luizão, Daniel Marques e Éverton (Heleno); Jardel, Eusébio, Robston e Rogerinho (Misael); Mota e Romário (Itamar).


Gols: Joinville: Lima (20/1º)
           Ceará: Romário (4/2º)

15 de jun de 2012

Avaí vence o líder América-MG e mostra força para lutar por acesso


Jogando na Ressacada, Leão fez 2 a 0 no Coelho de Minas Gerais

Estreante, Diogo Acosta fez seu primeiro gol pelo Avaí. Foto: Kadu Reis

Na noite desta sexta-feira, o Avaí recebeu o América-MG numa Ressacada fria e com muito vento. Poucos torcedores foram ao campo, talvez pelo horário do jogo e o clima, talvez por desconfiança do time. Sorte dos que foram e presenciaram uma bela vitória avaiana sobre o líder do campeonato.

No primeiro tempo, apenas o Avaí jogou. O prêmio veio no último minuto da etapa. Após cobrança de escanteio e desvio de Cássio, que completava 100 jogos, com a camisa do Leão, Julinho deu uma bela bicicleta e fez um belo gol para abrir o placar e lembrar os torcedores do “gol de placa” feito por Evando em 2008, o ano do acesso.

O jogo ficou mais equilibrado no segundo tempo, com maior presença do Coelho no ataque. Aos 33 minutos, o estreante Diogo Acosta fez seu primeiro gol com a camisa avaiana e deu a vitória ao Leão e aos pouco mais de quatro mil torcedores presentes.

Com o resultado, o Avaí subiu para a quinta colocação na Série B, com 10 pontos. A próxima partida do Leão é contra o Guaratinguetá fora de casa, na próxima sexta-feira, às 21h00.

Confira a classificação atualizada da Série B:


Primeiro tempo:

Os primeiros 45 minutos de jogo foram marcados pelo esquema defensivo do América Mineiro, enquanto o Avaí buscava jogo, porém sem muito sucesso. Antes do primeiro minuto o Leão deu um chute a gol. Julinho pegou de fora da área e bateu rasteiro, sem muita força. Defesa do goleiro Neneca.

Aos dois minutos, Mika chutou de fora da área e a bola passou por cima do gol. Três minutos depois, Cleber reclamou de falta sofrida no meio do campo e a situação esquentou. O juiz Devarly Lira do Rosário deu uma bronca no 10 do Avaí e o meia retrucou.

Aos 17 minutos, Diogo Acosta fez boa jogada e rolou para Diogo Orlando chutar para o gol. A bola foi muito alta e passou por cima da meta de Neneca. O América teve sua primeira chance aos 26 minutos, em confusão na zaga avaiana. Diego defendeu o chute de Rodriguinho.

Pirão foi lançado na área aos 32 minutos e tocou por cima de Neneca na saída do goleiro. A zaga interviu e salvou o Coelho. Mas aos 45 minutos, ninguém conseguiu salvar. Após cobrança de escanteio e desvio de Cássio, Julinho emendou uma bicicleta e fez um golaço na Ressacada para abrir o placar.


Segundo tempo:

Logo no primeiro minuto da segunda etapa, Pirão cruzou para Diogo Acosta. O atacante cabeceou e obrigou o goleiro americano a fazer uma grande defesa. Seis minutos depois, Mika chutou de fora da área e errou por pouco.

Mika continuava chegando ao ataque e, aos 12 minutos, apareceu sozinho pela direita, mas foi travado no momento do chute. Seis minutos depois, o Coelho, mais ofensivo, chegou ao ataque. Leandro Ferreira chutou de longe para fora.

Quando era o América que pressionava, o estreante Diogo Acosta acabou com as pretensões do time mineiro. O estreante recebeu na intermediária, driblou o marcador e bateu forte, rasteiro, no canto. Neneca falhou e não segurou, 2 a 0 para o Avaí.

O time mineiro ficou nervoso com o segundo gol azurra. Gabriel reclamou com o árbitro aos 39 minutos e foi expulso de campo. Com 10, a missão americana ficou ainda mais difícil, e, com gritos de “olé” vindos das arquibancadas, o Avaí manteve o resultado, 2 a 0.


Escalações:

Avaí: Diego; Diogo Orlando, Cássio, Leandro Silva e Pirão; Bruno, Mika (Marcinho Guerreiro), Patric (Laércio), Cleber Santana e Julinho (Jailton); Diogo Acosta – Hemerson Maria.

América-MG: Neneca; Rodrigo Heffner (Thiaguinho), Everton, Gabriel e Bryan (Pará); Dudu, Leandro Ferreira, Gilberto e Rodriguinho; Bruno Meneghel (Alessandro) e Fábio Júnior – Givanildo Oliveira


Gols: Avaí: Julinho (45/1º), Diogo Acosta (33/2º).

Séries C e D seguem sem início definido

Treze-PB é a pedra no sapato da CBF

Depois de uma semana que deu sinais de possível início das Séries C e D devido as vitórias da Confederação Brasileira de Futebol nos tribunais sobre Rio Branco-AC, Araguaína-TO, e Brasil-RS, sobra ainda o Treze-PB como obstáculo para a largada das competições.

O clube conseguiu outra vitória sobre a CBF hoje, e o pedido da entidade para cassar a liminar do Treze foi indeferido. A vitória anima os dirigentes do Galo da Paraíba, e o clube se mostra firma na briga contra a Confederação.

“Não vamos retirar uma vírgula. Hoje, o requerimento da CBF foi indeferido pelo desembargador Abraham Lincoln (presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba). A gente já ganhou as três instâncias; Agora, vamos esperar o que a CBF vai propor. Se for cumprida a Lei, o Treze estará na Série C”, disse convicto o diretor do Treze, Eder Dantas.

O diretor ainda afirmou: “Aonde formos, ganhamos essa briga nos tribunais. Em Brasília derrubamos duas liminares. Vamos comparecer à reunião na CBF na próxima segunda-feira, 18/06, e ver o que vai acontecer. Mas mantemos firmemente a nossa posição”.