Matéria especial multimídia produzida pelo Santa Catarina FC conta a história das quedas do JEC a partir de 2004 até o esperado retorno em 2011
Torcida e jogadores do JEC comemoram a volta do time aos bons tempos
Agradecimento ao meu colega Rafael Gomes, que produziu junto comigo esta matéria
No dia 18 de setembro de 2004, no Estádio Ernestão, em Joinville, membros da União Tricolor – maior torcida organizada do Joinville Esporte Clube – estendiam uma faixa de cabeça para baixo na partida do JEC contra o Brasiliense, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Era um protesto contra a equipe que havia sido rebaixada para a Série C uma semana antes.
Após a partida que determinou a queda do Joinville, a faixa permaneceu de ponta-cabeça. Em cada ano que se passava desde o fatídico setembro de 2004, decepções, vexames e rebaixamentos. A faixa virada se tornou o principal símbolo de todo o sofrimento de uma torcida inteira. Em três anos, o JEC perdeu a vaga na Série C, foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Catarinense e virou motivo de piada nacional ao tentar comprar uma vaga na última divisão do Campeonato Brasileiro.
A cada decepção, a cada rebaixamento, lá estava a faixa de cabeça para baixo. Assim, ela permaneceu por sete anos. Até que no dia 17 de outubro de 2011, finalmente, ela foi colocada na sua posição original. Jogando contra o mesmo Brasiliense de sete anos atrás, o Joinville garantia seu acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro, deixando para trás um passado recente de decepções, vexames e rebaixamentos. Era a hora da faixa voltar a sua posição certa. Era a hora do JEC voltar ao seu devido lugar.
A festa ficou completa pouco menos de dois meses depois do acesso. No último sábado (3), o Joinville goleou o CRB (AL) por 4 a 0 e conquistou a terceira divisão nacional – o terceiro time catarinense a conseguir tal feito. Um título para consagrar a volta do JEC ao cenário nacional. Da segundinha catarinense à segunda divisão do futebol brasileiro. Do abismo à redenção.
Ouça a entrevista com o Presidente do Joinville, Márcio Vogelsanger:
1. Como estava o clube quando a atual gestão assumiu?
Como Sobrevive o JEC-Joinville Esporte Clube Quem tem olho é rei. Quem escuta, sabe. O cego não vê, só escuta. Mas sabe escutar a palavra certa, não a palavra vazia, sem valor. Uma cidade de quase 600 mil pessoas, é muita coisa. O timinho do JEC, não tem mais que 50 mil pessoas acompanhando. Entre 600 mil e 50 mil é 550 mil que não dão bola pro JEC, neste cantinho de mangue, aqui em Chuvaville. O JEC tem quem manda, que é a diretoria, os patrocinadores, a turma que tem a caneta, tinta e $$$$$$. Quem põe gente pra votar no Conselho, manda no JEC. É a imprensa que põe os Conselheiros no JEC? Não, não é. São os sócios que põe os Conselheiros no JEC? Não, não são. Gente da classe média baixa ou humildes podem ser Conselheiros? Não, não podem. É a Diretoria que escolhe os Conselheiros que querem que sejam os Conselheiros. Então, quem manda? Torcida torce, mas não tem influência no que acontece. Imprensa explica, fala, mostra, mas não tem influência no que acontece. Então, quem escolhe a Diretoria, os Conselheiros, o preparador físico, o advogado, o médico, a Comissão Técnica, a faxineira, o cortador de grama, o motorista o TÉCNICO, o assistente técnico, a turma da base. São os que põe o $$$$ e tiram, como eles acham melhor. Os sócios põe $$$ no JEC??? Sim colocam, mas não tem vóz nem vez. Então, quem é que pode deixar ou tirar o Emersom Maria. É o Cezar Sampaio? É o Franco? É o Sagaz? É o Ramom? É o Sérgio Ramirez? Não, não são eles. Então quem é. Pergunta pro Nereu Martineli. Eles é que definem se o JEC vai para a série A ou fica na série B. A imprensa decide isso???? Fica na torcida com os sócios e a turma da arquibancada…
Como Sobrevive o JEC-Joinville Esporte Clube
ResponderExcluirQuem tem olho é rei. Quem escuta, sabe. O cego não vê, só escuta. Mas sabe escutar a palavra certa, não a palavra vazia, sem valor.
Uma cidade de quase 600 mil pessoas, é muita coisa.
O timinho do JEC, não tem mais que 50 mil pessoas acompanhando.
Entre 600 mil e 50 mil é 550 mil que não dão bola pro JEC, neste cantinho de mangue, aqui em Chuvaville.
O JEC tem quem manda, que é a diretoria, os patrocinadores, a turma que tem a caneta, tinta e $$$$$$.
Quem põe gente pra votar no Conselho, manda no JEC.
É a imprensa que põe os Conselheiros no JEC?
Não, não é.
São os sócios que põe os Conselheiros no JEC?
Não, não são.
Gente da classe média baixa ou humildes podem ser Conselheiros?
Não, não podem.
É a Diretoria que escolhe os Conselheiros que querem que sejam os Conselheiros.
Então, quem manda?
Torcida torce, mas não tem influência no que acontece.
Imprensa explica, fala, mostra, mas não tem influência no que acontece.
Então, quem escolhe a Diretoria, os Conselheiros, o preparador físico, o advogado, o médico, a Comissão Técnica, a faxineira, o cortador de grama, o motorista o TÉCNICO, o assistente técnico, a turma da base.
São os que põe o $$$$ e tiram, como eles acham melhor.
Os sócios põe $$$ no JEC??? Sim colocam, mas não tem vóz nem vez.
Então, quem é que pode deixar ou tirar o Emersom Maria.
É o Cezar Sampaio? É o Franco? É o Sagaz? É o Ramom? É o Sérgio Ramirez?
Não, não são eles. Então quem é.
Pergunta pro Nereu Martineli.
Eles é que definem se o JEC vai para a série A ou fica na série B.
A imprensa decide isso????
Fica na torcida com os sócios e a turma da arquibancada…